As portas do maior festival de motos e rock da América Latina foram abertas nessa quinta-feira (23/7), na Granja do Torto, para receber mais...
As portas do maior festival de motos e rock da América Latina foram abertas nessa quinta-feira (23/7), na Granja do Torto, para receber mais de 20 mil moradores temporários e 240 motoclubes de todo o Brasil. A união de motos potentes, música e gastronomia acontece até 1° de agosto. A edição de 2026 conta com uma estrutura ainda maior que as anteriores, com 400 mil m², que receberão 105 shows, incluindo atrações internacionais, como a banda escocesa Nazareth, que foi a principal atração do primeiro dia de festival.
Segundo o CEO Pedro Franco, o evento é um movimento vivo, que preza pela confraternização e pelo estilo de vida sobre duas rodas. "Entre uma edição e outra, passamos 20% vendo o que acertamos e os outros 80% vendo onde erramos e onde podemos melhorar para entregar uma edição ainda melhor para o público", disse.
Mesclando clássicos com a nova geração, as atrações reúnem anos de boa música. "Não é só um encontro de moto, é um encontro de gerações. O Capital Moto Week não é um evento para pessoas de determinada idade, mas para todo o público, inclusive para famílias", afirmou Pedro Franco. O festival se consolida como uma das maiores vitrines do rock, com a marca de 105 shows distribuídos ao longo dos 10 dias de duração. Bandas renomadas, como Nazareth e Barão Vermelho, se misturam com a força da juventude representada pela presença de cantores, como LVCAS e GIANA.
Tradição
Mesmo após 22 anos participando do festival, o motociclista Wanderley Paiva, 59 anos, retorna em todas as edições. "Isso daqui é um estilo de vida. Aqui a gente vive momentos inesquecíveis, com os nossos irmãos", comentou. Apesar de ser um "lobo solitário", ele afirma que sempre consegue curtir com as outras pessoas. "Eu venho por minha conta, mas nunca fico sozinho. Sempre encontro um amigo ou um conhecido. Então é, sim, uma grande festa", acrescentou. Para quem anda de moto, o espaço permite "viver do nosso modo, com segurança e respeito", pontuou.
O evento também atrai o olhar comercial de outros estados. Tomhey Trevisan, 43, marca presença com os produtos de sua loja de vestuário para motociclistas, Motoland, há cinco anos. "É uma parceria muito benéfica para nós. Estar aqui no maior festival de motos do Brasil é uma imensa satisfação", comentou. O proprietário afirma que os motociclistas aproveitam os dias de festival para renovar o guarda-roupa. "O pessoal gosta de gastar dinheiro. Então, as pessoas vêm em busca de uma jaqueta, de um boné e de lembrancinhas para levar de volta ao seu estado", disse.
Fonte: CB




